segunda-feira, 9 de junho de 2008

Lendo sem ler e escrevendo sem escrever.

Persevero na esperança do verso,
numa vida vivida em prosa,
tentando sempre ser um soneto.

Sufocado, às vezes, pela inerrante gramática,
debruço-me na melodiosa literatura,
e nela encontro o afago para a afadigada alma.

Consoantes e vogais, nem sempre sei usá-las.
Felizes são os que não usam palavras para ferir,
mas constróem frases que tocam o coração.

Nenhum comentário: