Quão amargo é o sabor de não ter as coisas simples, mas que mais preciso.
A dor que dilacera coração e alma, é uma dor infantil, de quem superestima as sentimentalidades.
Precisando de um afago, de colo, de segurar na mão, de abraço... as palavras são insuficientes para tal.
O tempo passa vagarosamente... as horas arrastam-se intermináveis, os dias então tornaram-se anos. Espero a esperança.
Cabisbaixo ando no meio do povo... são tantas coisas que os ombros tem que suportar...
E a vontade é refugiar-se onde ninguém pode achar.
Queria eu ser como todos os outros homens gélidos. Nada esperando.
E isso tudo é só porque preciso de coisas tão simples, mas que ninguém pode me dar.
A esperança dos desesperados é a minha: Deus me consola.
3 comentários:
Oi, legal aki viu!
Tenho um blog que é pouco visitado, você poderia adicionar o meu nos seus links?
Responda ou me add no msn: matheusmarques_kta@hotmail.com
meu blog é:
www.blogdafamamiv.blogspot.com
Por favor, eu preciso muito disso!
INCRÍVEL!
AINDA NÃO TINHA ENCONTRADO ALGUÉM HUMANAMENTE CAPAZ DE TRADUZIR LITERALMENTE O QUE POR MUITAS VEZES SENTI.
ESCREVER É FÁCIL, MAS SABER ESCREVER É UMA ARTE QUE POUCOS SABEM DESENVOLVER COM TAMANHA PROFUNDIDADE.
QUE DEUS O CONTINUE ILUMINANDO, IRMÃO MATEUS.
IPC:FOI ATRAVÉS DO "ENTENDES" QUE ACHEI ESTE BLOG. PARABÉNS, ESTÁ ÓTIMO!
KARLA GISELLE.
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